19º Domingo Comum (Jo6,41-51)

“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente.” (Jo6,51)

Se fosse como pensava o povo de Nazaré, quer dizer, se Jesus seria realmente apenas o filho de José, pode se considerar as palavras de Jesus como as palavras de um homem que está completamente distante da realidade, ou como as palavras de um homem que tenta enganar as pessoas. Ignorar essas palavras seria a única reação sensata.

No entanto, se é como disse próprio Jesus, quer dizer, se Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus, o Deus que através Sua Palavra criou todo o universo, e se de fato Ele foi enviado ao mundo pelo próprio Deus, a única resposta razoável seria aceitar essas palavras como a Palavra de Deus, como palavras que transformam a realidade, que introduzam a essa realidade uma possibilidade que não existia até agora. Essa nova possibilidade é a vida eterna. Essa vida eterna não é uma vida sem fim nesta realidade que conhecemos, mas é uma participação na vida e no amor do Deus Triúno, é uma participação infinita em Sua felicidade.

Para realizar esta nova possibilidade, Jesus nos alimenta com seu Corpo e seu Sangue, isto é, Ele compartilha connosco sua própria vida. Portanto, se consumimos oferecido a nós por Jesus o Pão da Vida – a Sagrada Comunhão com fé e amor, isto é, se aceitarmos a vida de Jesus e nós oferecemos-lhe a nossa própria vida, aprofundaremos o vínculo que nos une a Jesus e gradualmente ficamos como Jesus. Porque Jesus é perfeitamente unido com Deus o Pai e com o Espírito Santo, através do aprofundamento de nossa união com Jesus, nós aprofundaremos a nossa união com o Deus Triúno, e caminhamos em direção à plenitude da vida eterna.

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